O
Ferrugem é a concretização de um sonho
do casal
Dalila e Renato Cunha. Aberto em 2006, o restaurante fica no Minho, na
pequena aldeia de Portela do concelho de V. N. Famalicão, a
10
km de Braga, e ocupa um antigo estábulo de uma casa
agrícola do início do séc. XVIII.
Recuperado com o
maior respeito pelos materiais autóctones e
valorização das técnicas populares,
com
soluções contemporâneas, arrojo e
simplicidade,
este espaço é o palco perfeito para a cozinha de
Dalila e
Renato, pois espelha bem os ingredientes que lhe dão o mote.
Com
um pé-direito de seis metros, as imponentes alvenarias de
granito, o pavimento em calçada portuguesa e o tecto com
asnas
em pinho são elementos a nu que dispensam
reforços
decorativos e os elementos contemporâneos integram-se
discretamente com a edificação primitiva,
predominando a
ligeireza dos brancos e alguns painéis de aço
(com
ferrugem) na entrada e na enorme lareira suspensa que aquece o corpo e
a alma aos cerca de quarenta comensais que a sala alberga.
Dalila
e Renato, proprietários e chefes autodidactas,
estão
muito atentos ao que se faz em Portugal e no mundo, procurando uma
formação de banda larga, assente quer no
receituário popular, quer na alta cozinha.
Investigação, inspiração,
desconstrução, intuição,
transpiração, paixão,
provocação e
emoção são condimentos sempre
presentes nas
iguarias que criam. Valorizam os produtos tradicionais,
preferencialmente os autóctones e de
produção
biológica, numa cozinha manifestamente portuguesa, de
raízes populares, que desperta as memórias da
cozinha da
aldeia de outrora - uma cozinha assente no produto, simultaneamente
criativa, inovadora e de grande rigor técnico e, acima de
tudo,
plena de sabor, aroma, textura e cor.
O Ferrugem assume-se como embaixador da gastronomia minhota e dos vinhos verdes, num espaço de celebração gastronómica, estimulante, genuíno, informal, sofisticado e cosmopolita, em plena aldeia, … em pleno Minho!
TEXTO DE
APRESENTAÇÃO RESUMIDO De
um estábulo do séc. XVIII nasceu o Ferrugem, um
restaurante de cozinha portuguesa e de raízes populares,
simultaneamente criativa, inovadora e de grande rigor
técnico.
Valorizando os produtos tradicionais, preferencialmente os
autóctones e de produção
biológica, Dalila
e Renato Cunha, chefes e proprietários, assumem-se como
embaixadores da gastronomia minhota e dos vinhos verdes, num
espaço de celebração
gastronómica,
genuíno, informal, sofisticado e cosmopolita, em plena
aldeia,
… em pleno Minho!
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